Author: Kyle Bailey

  • A melhor maneira de entender o que alguém quer é perguntar a ele

    Faça perguntas ao seu cliente, ouça com atenção e construa consistentemente a partir de informações anteriores compartilhadas. Você pode começar perguntando se eles são compradores de primeira viagem ou se estão na terceira ou quarta casa. Obter essa avaliação imobiliária inicial pode ajudar a direcionar suas próximas perguntas. Por exemplo, com um comprador de primeira viagem, você pode querer perguntar mais sobre o que ele fez para obter financiamento, enquanto pessoas que já compraram casas antes provavelmente já têm esses tipos de detalhes resolvidos. www.remax.com.br/apartamento-a-venda-em-lago-norte-brasilia/
    Como é provável que você trabalhe com vários clientes ao mesmo tempo, também pode ser bom armazenar essas informações em algum lugar para uso atual e futuro. Por exemplo, com o Help Scout, você pode criar perfis de clientes para ver conversas anteriores e armazenar detalhes de contato, notas e outras informações. Faça o melhor que puder para criar um conjunto refinado de perguntas. Ter conjuntos diferentes para diferentes tipos de compradores também pode ser útil.

    Use uma mistura de perguntas abertas e fechadas; perguntas abertas são boas para obter mais informações, e perguntas fechadas podem ajudar a obter mais clareza sobre um determinado assunto. Se possível, e com o consentimento do cliente, grave as conversas. Uma gravação não só é mais completa do que notas, como também permite que você permaneça presente durante a conversa e mantenha seu foco no cliente.

  • Mentalidade de sócio: o que muda na sua conta bancária quando você para de “jogar na bolsa” e investe em valor

    Conheça a Onil Group

    Você já parou para analisar o que realmente acontece nos bastidores de um home broker? Para a maioria, a tela é um campo de batalha de números piscantes onde o objetivo é “comprar barato e vender caro”. Mas, para quem entende a mecânica da geração de riqueza, o ticker de uma ação não é um bilhete de loteria; é a representação fracionária de ativos reais, máquinas, patentes e, principalmente, fluxo de caixa. A transição da mentalidade de apostador para a mentalidade de sócio é o divisor de águas entre quem apenas “gira patrimônio” e quem efetivamente constrói liberdade financeira. Quando você decide “jogar na bolsa”, sua atenção está voltada para o preço. O preço é o que você paga, mas o valor é o que você leva. Essa distinção, imortalizada por Benjamin Graham, é o cerne do Value Investing. O investidor com mentalidade de sócio ignora o ruído macroeconômico de curto prazo e foca nos fundamentos: o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), a Margem Líquida e a relação Dívida Líquida/EBITDA. Se os fundamentos da empresa permanecem intactos, uma queda no preço não é um risco, mas uma oportunidade técnica de aumentar a participação em um negócio lucrativo. O impacto matemático da baixa rotatividade Um dos maiores inimigos da rentabilidade real não é a volatilidade, mas os custos friccionais. Cada vez que você entra e sai de uma posição tentando “adivinhar” o topo, você paga taxas de corretagem, emolumentos e, o mais voraz de todos, o Imposto de Renda sobre o ganho de capital. Considere este cenário: Investidor A (Giro constante): Busca lucros de 5% ao mês, mas paga 15% de IR sobre cada operação vencedora e perde o efeito dos juros compostos sobre o montante tributado. Investidor B (Sócio): Mantém posições em empresas sólidas que pagam dividendos (como as do setor elétrico ou bancário). Ele reinveste esses proventos, comprando mais ações que, por sua vez, geram mais dividendos. No longo prazo, o Investidor B se beneficia do diferimento fiscal e do crescimento orgânico do lucro por ação (LPA). Enquanto o Investidor A luta contra o algoritmo das corretoras, o Investidor B deixa o tempo trabalhar a favor de sua reserva de emergência e de sua carteira previdenciária. A aplicação no mercado de Criptoativos Essa lógica não se limita à Bolsa de Valores. No universo dos criptoativos, a diferença entre o “trader de shitcoins” e o investidor de Bitcoin é abismal. O primeiro busca uma valorização de 1000% em uma semana, ignorando que a liquidez e a segurança do protocolo são inexistentes. O segundo entende o Bitcoin como uma camada de liquidação global, uma escassez digital programada. Investir em BTC com mentalidade de sócio — ou, neste caso, de detentor de infraestrutura — significa compreender a taxa de hash, o efeito de rede e a custódia própria. Você para de olhar o gráfico de 15 minutos e passa a observar ciclos de quatro anos. O checklist técnico da mentalidade de sócio Para migrar sua organização financeira pessoal para este nível de maturidade, sua tomada de decisão deve passar por filtros rigorosos: Vantagem Competitiva (Moat): A empresa possui algo que a concorrência não consegue copiar facilmente? Gestão de Capital: O que a diretoria faz com o lucro? Reinveste com eficiência ou desperdiça em projetos sem ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) atraente?

  • Onde a tecnologia encontra o tijolo: como a análise de dados está refinando o perfil do comprador

    Novo apartamento a venda limeira Remax Brasil

    Já parou para pensar por que alguns investidores parecem ter uma espécie de sexto sentido para encontrar o próximo “bairro da moda” enquanto outros chegam apenas quando os preços já atingiram o teto? Antecipar a valorização imobiliária não tem relação com sorte ou acesso a informações privilegiadas e ilegais. Trata-se de decifrar o tecido urbano e entender que a cidade é um organismo vivo, que respira e se expande seguindo padrões lógicos, embora muitas vezes silenciosos. Quem olha apenas para o imóvel — a metragem, o acabamento ou a fachada — está vendo apenas a metade final da equação. A verdadeira inteligência estratégica reside em olhar para o que está em volta e, principalmente, para o que está por vir. A âncora da infraestrutura e o fluxo do capital O sinal mais óbvio, porém frequentemente subestimado em sua fase embrionária, é o investimento em mobilidade. Não me refiro apenas à construção de uma nova estação de metrô, mas ao impacto sistêmico que ela gera. Quando o poder público anuncia um novo eixo de transporte ou a revitalização de um parque, o capital privado não espera a obra terminar para se posicionar. Observe o fenômeno que ocorreu em certas regiões de São Paulo, como o entorno da Linha 5-Lilás ou o desenvolvimento do Eixo Platina no Tatuapé. Antes mesmo dos trilhos estarem operacionais, incorporadoras já garantiam terrenos, e o zoneamento era alterado para permitir maior densidade. O investidor que estuda o Plano Diretor da sua cidade descobre onde o incentivo para construir é maior. Se a prefeitura quer que as pessoas morem perto do trabalho e do transporte, é ali que o valor do metro quadrado terá uma curva ascendente mais íngreme. O “Índice do Café” e a ocupação orgânica Existe uma métrica informal, mas muito precisa, que chamo de ocupação precursora. Antes das grandes marcas de luxo chegarem, uma região em transformação atrai a chamada “classe criativa”. São pequenos cafés artesanais, espaços de coworking, galerias de arte independentes e estúdios de design. Esses atores buscam aluguéis acessíveis em áreas com identidade arquitetônica, muitas vezes em bairros centrais degradados ou zonas industriais obsoletas. Esse movimento gera uma mudança na percepção de segurança e vitalidade. Quando você notar que um bairro antes ignorado começa a receber festivais de rua, feiras gastronômicas ou reformas de fachadas antigas (o famoso home staging urbano), saiba que o mercado de alto padrão virá logo em seguida. A gentrificação positiva começa com a cultura, passa pelo serviço e termina na valorização patrimonial. A técnica por trás da escolha Para quem busca solidez, a análise precisa ser fria. Alguns pontos são determinantes para separar um “fogo de palha” de uma valorização sustentável: Escassez de terrenos: Em bairros consolidados, se não há onde construir, o que já existe tende a valer mais. Projetos de uso misto: Lançamentos imobiliários que integram residência, comércio e lazer no mesmo local costumam ancorar a valorização de todo o entorno. Mudança de perfil demográfico: O aumento de famílias jovens ou profissionais liberais em uma área sinaliza demanda futura por serviços qualificados.Você já parou para pensar no que realmente faz alguém assinar o contrato de compra de um imóvel? Antigamente, a resposta morava no “feeling” do corretor. Aquele profissional experiente olhava para o cliente, batia um papo de dez minutos e já sentenciava: “Esse aqui quer silêncio e uma varanda gourmet”. Às vezes ele acertava, muitas vezes o imóvel ficava meses parado no estoque porque o perfil traçado era baseado apenas na intuição. O que estamos vendo agora é uma mudança de paradigma silenciosa, mas brutalmente eficiente. A tecnologia parou de ser apenas o portal onde você posta fotos e se tornou o cérebro por trás da estratégia. Quando falamos que a análise de dados está refinando o perfil do comprador, não estamos falando de robôs vendendo casas, mas de como o rastro digital das pessoas nos conta histórias que elas mesmas ainda não verbalizaram. Imagine o seguinte cenário: uma imobiliária de médio porte em uma capital percebe, através de ferramentas de Big Data, que houve um aumento de 40% nas buscas por apartamentos de dois quartos que citam “isolamento acústico” e “proximidade a parques” em um bairro específico. Antes, o marketing seria genérico: “Venha morar bem”. Com o dado na mão, o corretor aborda o proprietário de um imóvel estagnado e sugere um home staging focado em um home office profissional. Resultado? Venda em duas semanas para um designer que trabalha remotamente e tem dois cachorros. O dado encontrou o tijolo. Essa precisão cirúrgica muda o jogo para quem investe. O investidor imobiliário moderno não compra mais “onde todo mundo está comprando”. Ele analisa mapas de calor de valorização urbana, cruza dados de novos alvarás de construção comercial com o fluxo de transporte público e entende o déficit habitacional de micro-regiões. É a transição do palpite para a estatística aplicada. Mas onde fica o fator humano nisso tudo? É aqui que a mágica acontece. A tecnologia limpa o ruído. Ela tira da frente do corretor os curiosos e entrega leads que têm real aderência ao produto. Isso permite que o profissional volte a ser o que nunca deveria ter deixado de ser: um consultor estratégico. Se eu sei, por meio da análise de comportamento de navegação, que aquele comprador valoriza sustentabilidade e segurança acima de metragem quadrada, minha conversa com ele não vai ser sobre o tamanho da sala, mas sobre o sistema de reuso de água e a portaria remota de última geração. A documentação imobiliária e o financiamento também entraram nessa roda. Hoje, algoritmos de crédito já fazem uma pré-análise tão refinada que o comprador chega ao estande de vendas sabendo exatamente até onde o seu passo alcança. Isso evita a frustração de escolher o “imóvel dos sonhos” e ter o crédito negado na hora H. O planejamento para a compra de um imóvel deixou de ser uma planilha de Excel estática para se tornar uma jornada preditiva. Estamos vivendo a era em que o perfil do comprador é um quebra-cabeça montado em tempo real. Cada clique em um anúncio de lançamento imobiliário, cada tempo de permanência em um tour virtual e cada filtro aplicado em um portal de locação alimenta uma inteligência que ajuda o mercado a construir o que as pessoas realmente querem morar, e não o que as construtoras acham que elas querem. No fim das contas, a tecnologia não veio para esfriar o mercado imobiliário, mas para torná-lo mais honesto. Menos empurro de estoque, mais encontro de propósitos. O tijolo continua sendo o destino final, mas o caminho até ele agora é pavimentado por informações que garantem que, ao girar a chave, aquele comprador sinta que o imóvel foi feito, quase que literalmente, para ele.

  • Cuidado facial no inverno: O momento de ouro para os lasers e peelings profundos

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    Você finalmente alcançou o número que desejava na balança, mas, ao se olhar no espelho sem roupa, a sensação não é de celebração. É um paradoxo cruel: você está mais leve, porém se sente “derretendo”. A pele que antes abrigava o volume agora sobra, criando dobras no abdômen, aquele aspecto de “tchauzinho” persistente nos braços e uma perda de contorno que as roupas tentam, mas nem sempre conseguem disfarçar. Essa é a realidade de quem enfrenta a flacidez pós-emagrecimento. O peso foi embora, mas a elasticidade da pele — que foi esticada por anos ou meses — não tem o mesmo poder de retração. É como um elástico que, após ser mantido em tensão máxima por muito tempo, não volta ao estado original. Onde a biologia falha e a tecnologia assume o controle A grande frustração é perceber que agachamentos e dietas rigorosas não resolvem o excesso de pele. Músculo é uma coisa, derme é outra. Para recuperar a firmeza, precisamos atuar nas camadas profundas onde o colágeno é produzido. É aqui que o Ultraformer (especialmente as versões III e MPT) mudou o jogo na estética avançada. Diferente de cremes que mal atravessam a epiderme, o ultrassom micro e macrofocado trabalha com pontos de coagulação térmica. Imagine que estamos dando “pontos internos” de sustentação na sua pele. Ele atinge desde a derme superficial até o SMAS (Sistema Muscular Aponeurótico Superficial) — a mesma camada que os cirurgiões plásticos manipulam em um lifting. Por que o Ultraformer é o padrão-ouro no pós-emagrecimento? Ancoragem muscular: Ele não trata só a pele, mas a fáscia muscular, criando uma base rígida. Estímulo de colágeno tipo 1: Aquece o tecido a cerca de 65-70°C, provocando uma retração imediata e uma produção prolongada de novas fibras por até 3 meses. Precisão: Conseguimos tratar áreas críticas como o “umbigo triste” e a parte interna das coxas com ponteiras específicas para cada espessura de gordura e pele. O cenário real: A potência da combinação estratégica Recebo frequentemente no consultório pacientes que perderam 15kg e sentem que o rosto “caiu”. O emagrecimento sistêmico consome os compartimentos de gordura faciais que dão sustentação. O resultado é o sulco nasogeniano (o famoso bigode chinês) mais evidente e a perda da linha da mandíbula. Em um caso recente, uma paciente de 42 anos, após uma rotina intensa de crossfit e perda ponderal rápida, apresentava uma flacidez abdominal que a impedia de usar biquíni, mesmo estando em sua melhor forma física. A solução não foi apenas uma máquina, mas um protocolo de “construção”. Associamos o Ultraformer para a retração da fáscia com a aplicação de Bioestimuladores de Colágeno (como o Sculptra ou Radiesse). Enquanto o ultrassom faz a “compactação” e o lifting, o bioestimulador age como o adubo em um jardim, entregando os nutrientes e o estímulo químico necessários para que a pele recupere a espessura perdida. É essa sinergia que evita o aspecto de “pele de papel”.Aquela manchinha que parecia tímida durante o Carnaval agora ganhou contornos nítidos sob a luz fria de julho. Você se olha no espelho enquanto enrola o cachecol e percebe que o verão deixou lembranças que o protetor solar não conseguiu evitar: uma leve perda de viço, o “derretimento” sutil do contorno da mandíbula e aquelas linhas finas que insistem em aparecer quando o ar fica mais seco. Se você já sentiu que o inverno é um convite ao recolhimento, saiba que, para a sua pele, esse é o período de maior efervescência e renovação. Na rotina da clínica, costumo dizer que o inverno é o nosso “horário nobre”. Enquanto a maioria das pessoas foca em tirar os casacos do armário, nós estamos planejando a arquitetura facial dos próximos meses. Por que agora? A resposta é puramente estratégica: o sol, nosso maior inimigo nos pós-procedimentos, está mais brando. Isso nos dá uma margem de segurança absurda para sermos mais assertivos, mais profundos e, consequentemente, entregarmos resultados que o verão simplesmente não permite. A matemática do frio e da regeneração Imagine o caso da Mariana, uma paciente que atendi na semana passada. Ela buscava tratar o melasma e a flacidez que começaram a incomodar após os 35 anos. No auge de janeiro, eu jamais poderia sugerir um laser de CO2 fracionado ou um peeling químico de média profundidade com a mesma tranquilidade que tenho agora. O calor excessivo dilata os vasos, aumenta o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória e torna o “downtime” (aquele período de recuperação) um verdadeiro suplício.

    No frio, o cenário muda. A pele se recupera com mais elegância. O eritema — aquela vermelhidão típica de quem acabou de renovar a epiderme — é muito mais controlável. É o momento de ouro para: Lasers Ablativos: Eles removem as camadas superficiais danificadas, forçando o corpo a produzir uma pele “zero quilômetro”. Peelings Profundos: Ideais para quem quer tratar rugas periorais (o famoso código de barras) ou cicatrizes de acne. Depilação a Laser: Como a pele raramente está bronzeada, o contraste entre o pelo e a derme é maior, permitindo que a máquina trabalhe com potências mais eficazes sem risco de queimadura. Onde o Ultraformer entra nessa história? Embora o Ultraformer (ultrassom micro e macrofocado) possa ser feito o ano todo, realizá-lo no inverno traz uma vantagem psicológica e estética imensa. Como ele atua nas camadas profundas e no SMAS (o músculo da face), ele causa um efeito de lifting sem cortes. Ao combiná-lo com os lasers de superfície nesta época, criamos um tratamento 360o. Tratamos a flacidez estrutural com o Ultraformer e as manchas e textura com o laser. Quando a primavera chegar, a Mariana não estará apenas com a pele mais clara; ela estará com o rosto mais “sustentado”, colhendo o pico da produção de colágeno que leva cerca de três meses para atingir seu ápice. O refinamento final: Botox e Preenchimento Não é só de máquinas potentes que vive o rejuvenescimento de inverno. Com a pele sendo renovada pelos peelings, a absorção de dermocosméticos melhora e a face se torna uma tela muito mais receptiva para os injetáveis. Aplicar o Botox agora garante que, nas férias de fim de ano, as rugas dinâmicas já estejam devidamente suavizadas, sem aquele aspecto de “acabei de fazer algo”.

  • A morte anunciada do papel-moeda

    onil x bank
    Tente realizar uma transferência internacional de alto valor numa sexta-feira às 16h59. O que você encontrará não é apenas uma barreira burocrática, mas a evidência técnica de um sistema obsoleto, rodando sobre trilhos oxidados construídos em meados do século passado. A morte do papel-moeda não é uma previsão futurista de entusiastas; é uma inevitabilidade matemática e tecnológica que já está ocorrendo nos bastidores da infraestrutura financeira global. O dinheiro físico, como tecnologia de portabilidade e reserva de valor, tornou-se ineficiente diante da velocidade de propagação da informação na era digital. Quando analisamos a arquitetura do sistema financeiro tradicional, vemos camadas de intermediários necessárias para compensar a falta de confiança intrínseca entre as partes.

    Bancos centrais, câmaras de compensação e o sistema SWIFT operam baseados em livros-razão fragmentados que precisam ser reconciliados manualmente ou via processos em lote (batch processing) que demoram dias (o famoso D+2). Em contrapartida, a tecnologia blockchain, especificamente em redes de Camada 1 como Bitcoin e Ethereum, resolve o problema do gasto duplo e da finalidade da transação (settlement finality) de forma probabilística ou determinística em questão de minutos ou segundos. A ineficiência do papel não se limita ao seu formato físico, mas estende-se à política monetária que ele representa. O papel-moeda fiduciário é, por definição, “soft money”. A sua oferta é elástica e manipulável. Observamos a expansão agressiva da base monetária (M2) nos últimos anos, onde a injeção de liquidez dilui o poder de compra de quem detém o ativo. Programaticamente, isso é um bug, não uma feature.

    O Bitcoin, com seu hard cap de 21 milhões e cronograma de emissão deflacionário via Halvings, introduziu o conceito de escassez digital absoluta. É uma mudança de paradigma: trocamos a confiança em burocratas centrais pela verificação de código open-source. No entanto, a transição não será linear e nem totalmente libertária num primeiro momento. Os governos reconhecem a obsolescência do dinheiro físico, mas a resposta institucional tem sido o desenvolvimento das CBDCs (Central Bank Digital Currencies). Do ponto de vista técnico, uma CBDC é diametralmente oposta a uma criptomoeda descentralizada. Enquanto o Bitcoin é um livro-razão imutável e permissionless (sem necessidade de permissão), uma CBDC é um banco de dados centralizado com permissões de controle total.

    O dinheiro torna-se programável pelo emissor, permitindo taxas de juros negativas diretas na carteira do cidadão ou restrições de consumo baseadas em critérios arbitrários. O papel morre, mas o controle estatal sobre a moeda tenta se perpetuar através da digitalização forçada. O verdadeiro salto evolutivo reside nos contratos inteligentes (Smart Contracts) e nas finanças descentralizadas (DeFi). Estamos vendo a transformação do dinheiro de um substantivo passivo para um verbo ativo. Em protocolos de empréstimo on-chain ou em Automated Market Makers (AMMs), o capital não fica parado num cofre; ele executa funções lógicas de forma autônoma. Stablecoins, que hoje servem como ponte entre o velho e o novo mundo, já movimentam volumes de liquidação que rivalizam com grandes bandeiras de cartão de crédito, mas com custos de transação fracionários e sem fronteiras geográficas.

  • Como criar parcerias locais vencedoras quando você é um profissional de imobiliária?

    Construir uma rede de parceiros locais pode ser um grande trunfo para o seu negócio de imobiliária. Estabelecer as parcerias estratégicas certas permitirá que você cresça. Fale sobre você – No início, fazer networking pode ser tão simples quanto falar sobre o seu negócio com as pessoas ao seu redor. Sua família, amigos e conhecidos podem não precisar dos seus serviços agora, mas podem precisar no futuro.

    Além disso, eles podem falar sobre você para outras pessoas, e você pode se surpreender com a rapidez com que faz contatos dessa forma. Para aumentar suas chances de sucesso, distribua cartões de visita ou folhetos personalizados . Foco na experiência do cliente – Você pode ter escolhido o mercado de imobiliária pelos desafios que ele representa, pelo salário que pode trazer e pelas oportunidades que podem surgir. Mas essa área também é uma profissão útil que exige muita abertura e consideração pelos outros.

    É a excelência da sua abordagem que o diferenciará dos seus concorrentes. De fato, o objetivo é permitir que seus clientes vendam ou comprem produtos que envolvam somas significativas de dinheiro e que, às vezes, sejam o objeto de todos os seus desejos, até mesmo de seus projetos de vida . Portanto, você aparece em um momento-chave e eles não o esquecerão. É por isso que, desde os seus primeiros clientes, faça tudo o que estiver ao seu alcance para satisfazê- los, a fim de estabelecer um relacionamento sólido , colocando-se no lugar deles e levando em consideração suas opiniões e feedbacks Remax Brasil aluguel em taguatinga df consulte imoveis

  • Publique e anuncie a posição

    Há uma variedade de lugares onde você pode publicar e compartilhar sua vaga
    para que ela alcance um público amplo ou mais específico. Por exemplo, se você
    estiver interessado em candidatos com licença imobiliária, você pode
    compartilhar a vaga com outros corretores de imobiliárias para que eles
    compartilhem em suas redes sociais. Se você estiver interessado em atingir um
    público amplo, você pode compartilhar a vaga no site da empresa, nas redes
    sociais e em sites de empregos.

    Elabore suas perguntas de entrevista – Antes do início das entrevistas, você pode
    elaborar suas perguntas para os candidatos qualificados. Ao pensar nas
    perguntas, você pode revisar quais responsabilidades e habilidades espera de
    um assistente de corretor de imóveis. Você pode considerar perguntas
    relacionadas a:

    Mercado de imobiliária.
    Conhecimento da área local.
    Atendimento ao Cliente.
    Marketing.
    Divulgação.
    Rede.
    Mídias sociais para negócios.

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    Agende entrevistas com os principais candidatos – Após analisar as inscrições,
    você pode selecionar alguns candidatos para uma entrevista. Se tiver um grande
    número de candidatos qualificados de interesse e tiver tempo, pode começar
    com entrevistas introdutórias de meia hora e selecionar os candidatos para uma
    entrevista final. Você também pode pedir a colegas corretores de imóveis que
    ajudem a analisar os candidatos e selecionar alguns para entrevistas, caso não
    tenha tempo para entrevistas introdutórias.

  • Número e tipo de transações

    O número de transações que um corretor realiza ao longo do ano é uma métrica
    reveladora de sua qualidade. Os corretores ganham o que chamamos de “lado
    da transação” cada vez que ajudam um cliente a comprar ou vender um imóvel
    — se forem corretores do comprador e do vendedor, ganhariam dois lados da
    transação.

    O volume de transações de um corretor refere-se ao valor total em dólares dos
    imóveis vendidos em um ano civil. Embora útil para avaliar o sucesso geral de
    um corretor, essa métrica pode ser um pouco enganosa.

    Um alto volume de transações não indica necessariamente um alto número de
    vendas totais ou vendas relevantes para as suas necessidades. Se um corretor
    estiver vendendo imóveis multimilionários , suas vendas seriam muito altas, mas
    ele provavelmente não é o corretor certo para dar à sua casa de dois quartos e
    dois banheiros a atenção que ela merece.

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    Uma maneira rápida (e gratuita) de verificar o valor da sua casa – Obtenha uma
    estimativa preliminar do valor do seu imóvel em apenas dois minutos. Nossa
    ferramenta utiliza informações de diversas fontes para fornecer uma estimativa
    de valor com base nas tendências atuais do mercado.

    Sua análise comparativa de mercado (CMA) é precisa – Os agentes não
    chegarão às entrevistas munidos apenas de suas estatísticas pessoais; eles
    também levarão uma análise comparativa de mercado (CMA) com eles, e você
    precisa analisar esses dados com atenção — porque a CMA são os dados que
    seu agente usará para definir seu preço de tabela .
    Uma CMA é uma compilação de comparações (casas vendidas recentemente,
    comparáveis em tamanho e localização ) que é analisada para fornecer um valor
    para o seu imóvel, o que ajudará o corretor a definir o preço de tabela. Esse valor
    é obtido analisando tanto dados concretos ( metragem quadrada , tamanho do
    lote, número de cômodos, etc.) quanto fatores mais sutis ( melhorias , idade dos
    eletrodomésticos, apelo visual , posicionamento do lote, etc.).
    É a arte de atribuir valor a esses intangíveis que exige a expertise de um corretor
    experiente. E o corretor certo explicará como chegou ao seu preço de tabela.
    “Quando ajudo meus vendedores a definir o preço de tabela correto para seus
    imóveis, analiso o valor de forma muito semelhante à de um avaliador bancário
    — porque, no fim das contas, não se trata de quanto o comprador está disposto
    a pagar, mas sim de quanto o banco emprestará pela casa”, diz Daneault.

  • Contratação de agentes de imobiliárias

    Explore todos os recursos necessários para contratar um corretor de imobiliária,
    incluindo maneiras de identificar as habilidades certas, escrever uma descrição
    do cargo e fazer perguntas detalhadas na entrevista.

    Por que contratar um corretor de imobiliária? Corretores de imóveis orientam os
    clientes em todo o processo de compra e venda de imóveis, pesquisando imóveis
    com expertise, preparando-os para venda e negociando ofertas. Eles atuam
    como fiduciários de confiança para os clientes e se mantêm atualizados sobre
    as tendências do mercado local, contando com diversas habilidades transferíveis
    para oferecer um atendimento superior ao cliente. Como empreendedores
    motivados, os corretores de imóveis costumam trabalhar de forma independente
    para comercializar imóveis, embora o networking possa ajudar a alcançar
    compradores e fechar negócios mais rapidamente. Às vezes, um trabalho
    criativo é necessário para tornar os imóveis os mais acolhedores e elegantes
    possível para potenciais compradores.

    Steph Mickelson é uma escritora freelancer que mora no noroeste de Wisconsin,
    especializada em imóveis, materiais de construção e design. Ela possui
    mestrado em Educação Secundária e usa sua experiência de ensino para educar
    e orientar leitores. Quando não está escrevendo, ela pode ser encontrada entre
    as crianças e o café.

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  • O papel da localização no sucesso de uma franquia

    Franquia de Pastel Belo horizonte, adquira a sua!
    A localização de uma franquia pode desempenhar um papel fundamental no seu sucesso. Fazer a escolha certa da loja ou da localização da loja pode fazer a diferença entre um negócio próspero e um que está constantemente lutando para atrair clientes. Acessibilidade e visibilidade são aspectos fundamentais. Por exemplo, se a franquia oferece fast food, é preciso estar localizada próxima a áreas comerciais, escritórios ou centros educacionais com grande fluxo de pessoas que procuram esse tipo de alimentação.

    Isso aumentará as chances de atrair leads e gerar vendas . Além disso, a localização deve estar alinhada ao perfil demográfico e ao comportamento do consumidor. Entender as características do público-alvo é fundamental para escolher um local adequado. Outro exemplo: se a franquia é voltada para famílias jovens, uma localização próxima a áreas residenciais com esse perfil demográfico seria mais favorável.

    E no caso das oficinas de reparação automóvel, o estabelecimento óptimo pode depender de aspectos como elevada circulação de veículos , proximidade a outros negócios sinérgicos (postos de gasolina, ITV…), ou estar em zonas de elevada densidade populacional. A partir da Midas realizaremos os estudos de mercado necessários para que possamos localizar a sua oficina no local ideal para garantir o seu sucesso.